APCD - Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas

SB Brasil: APCD participa de lançamento de pesquisa nacional de saúde bucal em Brasília

Com o objetivo de identificar as condições dentárias mais prevalentes na população e, assim, subsidiar políticas públicas, o Ministério da Saúde lançou a terceira edição da SB Brasil – Pesquisa Nacional de Saúde Bucal. O projeto foi apresentado ao público nesta sexta-feira (11), em Brasília (DF). O levantamento epidemiológico, que acontece de forma integrada com o Conselho Federal de Odontologia, aborda condições de saúde bucal da população brasileira, realizado com aproximadamente 50 mil pessoas que moram em 422 municípios (395 cidades do interior, 26 capitais e o Distrito Federal).

É importante ressaltar que o levantamento epidemiológico de saúde bucal “SB Brasil 2020” é parte essencial do componente de vigilância em saúde da Política Nacional de Atenção à Saúde Bucal – Brasil Sorridente. A pesquisa nacional é feita a cada 10 anos e, inicialmente, estava prevista para ser realizada em 2020, mas precisou ser adiada em decorrência da pandemia de Covid-19. Como funciona? A coleta de dados é feita no domicílio. Em decorrência da pandemia, foram reforçadas as medidas de biossegurança, trazendo maior proteção para a população avaliada e os pesquisadores. Os profissionais que farão a pesquisa já atuam na Atenção Primária e assumirão um papel fundamental na composição das equipes de campo.

A mesa de abertura contou com a presença do presidente do CFO, Juliano do Vale, e da professora Efigênia Ferreira, representante do grupo de pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), responsável técnica pelo levantamento. Também estiveram presentes Wellington Carvalho (coordenador-geral de Saúde Bucal do Ministério da Saúde), Wilson Chediek (presidente da Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas - APCD) e Silvio Jorge Cecchetto (presidente da Associação Brasileira de Cirurgiões-Dentistas - ABCD).

Quem participa?

A pesquisa se baseia na coleta de dados socioeconômicos, por meio de questionário, seguida da avaliação da saúde bucal com um exame físico, de pessoas das seguintes idades: 5 anos, 12 anos, 15 a 19 anos, 35 a 44 anos e 65 a 74 anos. Assim, são identificadas as necessidades e agravos bucais mais prevalentes. Esse trabalho é realizado por equipes de campo compostas por 2,5 mil profissionais da Atenção Primária à Saúde em todo o Brasil. Os agravos identificados terão estimativas por estados, capitais e regiões de municípios do interior.

Essa edição inovou em relação aos levantamentos anteriores por ter usado ferramentas digitais no treinamento da equipe de campo, o que reduziu a necessidade de deslocamentos presenciais. O material desenvolvido está disponível para uso e apoio aos municípios e estados. Além disso, cada unidade federativa terá um panorama de saúde bucal próprio.

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